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PROJETO DESENVOLVENDO A APRENDIZAGEM DOS AUTISTAS UTILIZANDO O MÉTODO TEACCH.

 BREVE RELATO DO PROJETO

 

PROJETO - DESENVOLVENDO A APRENDIZAGEM DOS AUTISTAS UTILIZANDO O MÉTODO TEACCH

 

EXECUTORES DO PROJETO:

 

Responsável pela elaboração: Maíra Augusta Silva – Supervisora Pedagógica

 

Responsáveis para confeccionar o recurso didático: Maíra Augusta Silva – Supervisora Pedagógica

Nilcéia Aparecida Vieira – Professora

Maísa Ferreira – Monitora

 

Responsável pelo trabalho a ser desenvolvido com os alunos: Nilcéia Aparecida Vieira – Professora

Maísa Ferreira – Monitora

 

 

APRESENTAÇÃO:

 

                Atualmente vários métodos de ensino em Educação Especial têm sido estudados na tentativa de descobrir qual é o mais eficaz na alfabetização de alunos que tem autismo.

A proposta do TEACCH se desenvolveu a partir de um grupo de abordagem psicanalítica criado no Departamento de Psiquiatria da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, para atender crianças com autismo (ou na época psicose infantil) e suas famílias no início da década de 60 (Speers e Lansing, 1965). Em meados da década de 60, o grupo contou com mais um membro da mesma universidade, Eric Schopler, que foi posteriormente fundador do TEACCH. A intervenção era de base psicodinâmica partindo da premissa da origem psicogênica do distúrbio (Kanner, 1943) e de que o autismo representaria uma fuga intencional e esquizofrênica da realidade, partia de propostas terapêuticas que tratassem pais e crianças separadamente, sendo as terapias em grupo para as crianças, oferecendo a esta liberdade total para que pudessem expressar seus sentimentos e terapia individual (de casal) intensiva para os pais, de forma que estes pudessem modificar sua relação com os filhos.

A partir do início da década de 70 o grupo, e mais enfaticamente, Schopler e Reichler, passou a reconhecer limitações substanciais na abordagem terapêutica adotada. Com base em suas experiências e observações, adotaram uma posição radical para a época, que de início significou não uma guerra contra a psicanálise, mas sim contra as propostas que entendiam o autismo como uma patologia causada pelos pais e consequentemente às abordagens terapêuticas condizentes com esta hipótese. Schopler e Reichler passaram a conceber o autismo como um transtorno de base neurobiológica, de etiologia desconhecida, que provocaria déficits cognitivos e provavelmente seria estabelecido por origens múltiplas (Schopler, Reichler e Lansing, 1980). Obviamente, isto muda o enfoque da proposta terapêutica que passa a buscar entender a patologia neurológica e desenvolver ambientes consistentes com as necessidades cognitivas das pessoas com autismo.

TEACCH - Treatment and Education of autistic and comunication handicapped children, em português significa: Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits Relacionados com a Comunicação. Ele organiza o ambiente através de materiais que oferecem o apoio visual, aumentando a independência da criança através de um ensino estruturado.

O método proporciona aos alunos uma rotina diária pré estabelecida dentro e fora da sala, organizando assim questões internas e externas, as quais favorecem melhor desempenho em habilidades escolares.

Na sala de aula não pode ter estímulos visuais na parede e observa as carteiras estão viradas para a parede, as quais estão separadas por armários que acomodam as atividades.

Na sala pode colocar uma prateleira ou outro mobiliário com característica parecidas que determina a ordem das mesas que cada criança vai usar  no dia, um canto para descanso, 4 mesas individuais, sendo uma delas do professor, o qual deve trabalhar conteúdos mais complexos. Cada aluno vai passar uma vez por dia na mesa do professor.

Em cada mesa tem um painel que contêm a foto de cada criança e cartões que irão determinar as atividades da mesa.

Em relação às atividades, todas são feitas no concreto, pois dessa forma organizadas, favorecem um melhor entendimento da proposta da mesma.